segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Doces Lembranças
Sempre fui amiga dos livros e da matemática!

Após ler e ouvir os depoimentos sobre o papel da leitura e escrita nas vidas de diversas personalidades e ao ouvir Gilberto Gil, fiz uma viagem no tempo e revisitei minhas doces lembranças da infância!
Ao dialogar com o passado, revi uma menininha que adorava ouvir os contos de fadas que seu querido pai, pacientemente, lia e relia todas as noites. Eram sempre as mesmas histórias, pois em casa só havia três livros infantis. As histórias eu já sabia de cor, mas o momento era sempre mágico, pois desfrutava da maravilhosa presença do meu pai enquanto viajava no mundo encantado das letras! Nesta época não tínhamos TV, mas as histórias me faziam viajar e sonhar com  mundos possíveis e impossíveis! Foi assim meus primeiros contatos com o mundo da escrita e da leitura.
Ah!  Meu querido pai, mesmo com pouca escolaridade, era e é um dos homens mais sábios que eu conheço. Sempre me disse que a maior herança que um pai pode deixar para seus filhos é uma educação de boa qualidade! Ele me ensinou a desvendar os “enigmas” do mundo das letras e dos números, me ensinou a ler os sinais, símbolos, a ler o mundo.
Como sempre tive um ombro de gigante me apoiando, aprender a ler, escrever e a calcular nunca representou grandes desafios na minha trajetória escolar. Sempre fui amiga dos livros e da matemática. Meu pai sempre me fez acreditar que eu tenho potencial para alcançar todos os meus sonhos e, com isso, me auxiliou a vencer os desafios que a vida me trouxe (e me traz)!
Hoje sou uma amante dos livros, confesso que tenho sede de ler, uma sede que nunca é satisfeita! Leio tudo o que encontro. Amo ler!!!
Abçs
Maria da Luz

Um comentário:

  1. Que delícia ouvir os contos de fadas na infância, são fantásticos mesmo. Essa experiência de de viajar no mundo da imaginação, vivi na escola nas minhas séries iniciais. Lembro-me que todos os contos eu queria saber se tinha lobo mau. E como iamos fazer para derrotá-lo. Meu pai, não me proporcionou momentos agradáveis de leituras, mas ele também não os teve. Não o julgo, mas fui para escola sem nenhuma vivência dessa em minha casa. E, hoje, talvez me sinto assim, frustado como leitor e escritor.
    Leio pouco e escrevo pouco!

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