Doces Lembranças
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| Sempre fui amiga dos livros e da matemática! |
Após ler e ouvir os depoimentos sobre o papel da leitura e escrita nas vidas de diversas personalidades e ao ouvir Gilberto Gil, fiz uma viagem no tempo e revisitei minhas doces lembranças da infância!
Ao dialogar com o passado, revi uma menininha que adorava ouvir os contos de fadas que seu querido pai, pacientemente, lia e relia todas as noites. Eram sempre as mesmas histórias, pois em casa só havia três livros infantis. As histórias eu já sabia de cor, mas o momento era sempre mágico, pois desfrutava da maravilhosa presença do meu pai enquanto viajava no mundo encantado das letras! Nesta época não tínhamos TV, mas as histórias me faziam viajar e sonhar com mundos possíveis e impossíveis! Foi assim meus primeiros contatos com o mundo da escrita e da leitura.
Ah! Meu querido pai, mesmo com pouca escolaridade, era e é um dos homens mais sábios que eu conheço. Sempre me disse que a maior herança que um pai pode deixar para seus filhos é uma educação de boa qualidade! Ele me ensinou a desvendar os “enigmas” do mundo das letras e dos números, me ensinou a ler os sinais, símbolos, a ler o mundo.
Como sempre tive um ombro de gigante me apoiando, aprender a ler, escrever e a calcular nunca representou grandes desafios na minha trajetória escolar. Sempre fui amiga dos livros e da matemática. Meu pai sempre me fez acreditar que eu tenho potencial para alcançar todos os meus sonhos e, com isso, me auxiliou a vencer os desafios que a vida me trouxe (e me traz)!
Hoje sou uma amante dos livros, confesso que tenho sede de ler, uma sede que nunca é satisfeita! Leio tudo o que encontro. Amo ler!!!
Abçs
Maria da Luz

Que delícia ouvir os contos de fadas na infância, são fantásticos mesmo. Essa experiência de de viajar no mundo da imaginação, vivi na escola nas minhas séries iniciais. Lembro-me que todos os contos eu queria saber se tinha lobo mau. E como iamos fazer para derrotá-lo. Meu pai, não me proporcionou momentos agradáveis de leituras, mas ele também não os teve. Não o julgo, mas fui para escola sem nenhuma vivência dessa em minha casa. E, hoje, talvez me sinto assim, frustado como leitor e escritor.
ResponderExcluirLeio pouco e escrevo pouco!